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amamentar

De 01 a 07 de agosto comemoramos a semana mundial de amamentação. Em todas as partes do mundo são realizadas campanhas para incentivar a amamentação e todo ano a campanha tem um tema. Esse ano o tema é Amamentação em todos os momentos: mais carinho, saúde e proteção!

Objetivos:

* Reforçar o papel vital da amamentação em resposta a situações de emergência em todo o mundo.

* Chamar a atenção para a importância de proteger e apoiar ativamente o aleitamento materno antes e durante as emergências.

* Informar mães, defensores do aleitamento materno, comunidades, profissionais da saúde, governos, agências de ajuda, doadores e mídia sobre como oferecer apoio ativo à amamentação, antes e durante as emergências.

* Mobilizar para a ação e promover redes e cooperação entre os que têm habilidades para o manejo da amamentação e os envolvidos na resposta às emergências.

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As crianças são as pessoas mais vulneráveis nas situações de emergência – a mortalidade pode ser de 2 a 70 vezes maior do que a média habitual, devido a diarréias, doenças respiratórias e desnutrição.

A amamentação é uma estratégia que pode salvar vidas e sua proteção é ainda maior para as crianças mais novas. Mesmo fora das situações de emergência, sabemos que as crianças menores de 2 meses não amamentadas têm uma probabilidade 6 vezes maior de morrer do que aquelas que mamam no peito.

As situações de emergência podem ocorrer em qualquer parte do mundo. Essas ocorrências destroem a situação de “normalidade”, deixando os cuidadores frente ao desafio de lidar com muitos problemas imprevistos e cuidar de crianças mais vulneráveis a doenças e morte.

Durante as situações de emergência, as mães precisam de um apoio efetivo para manter ou restabelecer a amamentação. Será que estarmos bem preparados para lidar com as situações de emergência? É fundamental que no dia a dia sejam realizadas as ações de proteção, promoção e apoio ao aleitamento materno, porque isso fortalece a capacidade materna de cuidar das crianças pequenas durante uma situação de emergência.


Certa mãe mandou o filho brincar sozinho durante 1 hora, sem lhe dirigir a palavra, pois ele infringira uma norma familiar.  Se o tivesse trancado no quarto,  ela teria atendido à necessidade de ordem social;  mas o menino,  com toda razão,  se sentiria sozinho porque o amor e a ligação teriam sido neglicenciados.  Por isso,  a mãe,  como tantos outros pais amorosos, liberou-o de parte do castigo.  Embora não obedecesse às exigencias da ordem social e fosse culpada por isso,  ela SERVIU AO AMOR COM INOCENCIA.

Bert Hellinger – A SIMETRIA OCULTA DO AMOR

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O dia 12 de junho é marcado como o Dia Internacional de Combate ao Trabalho Infantil, representando a luta e a mobilização mundial contra a exploração laboral infantojuvenil. Evidentemente, todos os dias devemos honrar o compromisso assumido internacionalmente para a erradicação desse grave problema social. Contudo, é especialmente nesta data que devemos refletir sobre a importância do tema, empreendendo esforços e estabelecendo metas no sentido de concretizar a sua erradicação. No Brasil, a proibição do trabalho infantil assumiu delicadeza ímpar a partir da Constituição de 1988, quando restou consagrado o princípio da prioridade absoluta às crianças e adolescentes, sendo estabelecida vedação de qualquer trabalho aos menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14.

Do mesmo modo, o Estatuto da Criança e do Adolescente, em 1990, e a CLT, em 2000, estabeleceram a proibição do trabalho aos menores de 16 anos. Entretanto, somente em 2008, por meio do Decreto 6.481, foram previstas as piores formas de trabalho infantil, tais como contratação para trabalhos domésticos e manuseio de máquinas de padaria. A legislação é, pois, farta no que se refere ao combate do trabalho infantojuvenil, representando a concreção do princípio da dignidade das crianças e adolescentes. Registre-se, outrossim, estar comprovado que as condições de trabalho impostas ao público infantojuvenil, acarretam elevados índices de repetência e evasão escolar.

Infelizmente, a exploração laboral ainda faz parte do cenário de Santa Catarina, tornando-se imperiosa a conscientização e a colaboração de toda a sociedade catarinense, denunciando os casos ao Ministério Público do Trabalho, ao Ministério Público Estadual e ao Fórum Estadual de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil. Não podemos permitir que nossas crianças e adolescentes assumam responsabilidades para as quais não estão preparadas. Lugar de criança é na escola.

Priscilla Linhares Albino e Symone Leite

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crianças

Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o Dia Mundial da Criança não é só uma festa onde elas ganham presentes, mas sim um data em que se pensa nas centenas de petizes que continuam a sofrer de maus-tratos, doenças, fome e discriminações.

Depois da 2ª Guerra Mundial, em 1945, muitos países da Europa, do Médio Oriente e a China entraram em crise, ou seja, não tinham boas condições de vida, e as crianças dessas nações viviam muito mal porque não havia comida e os pais estavam mais preocupados em voltar à sua vida normal do que com a educação dos filhos. Alguns nem pais tinham!

Como não tinham dinheiro, muitos pais tiravam os filhos da escola e punham-nos a trabalhar, às vezes durante muitas horas e a fazer coisas muito duras.

Por esse motivo, em 1946 um grupo de países da Organização das Nações Unidas (ONU) começou a tentar resolver o problema. Foi assim que foi criado o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Apesar da sua criação, era difícil trabalhar para as crianças, uma vez que nem todos os países do mundo estavam interessados nos direitos da criança, daí que, em 1950, a Federação Democrática Internacional das Mulheres propôs às Nações Unidas que se criasse um dia dedicado às crianças do mundo.

É assim que o dia foi comemorado, pela primeira vez, a 1 de Junho desse ano. Com a criação deste dia, os estados-membros das Nações Unidas reconheceram às crianças, independentemente da raça, cor, sexo, religião e origem nacional ou social o direito a afecto, amor e compreensão; alimentação adequada; cuidados médicos; educação gratuita; protecção contra todas as formas de exploração; crescer num clima de Paz e Fraternidade universais.

Só nove anos depois, a 20 de Novembro de 1959, os direitos das crianças passaram para o papel e várias dezenas de países que fazem parte da ONU aprovaram a “Declaração dos Direitos da Criança”.

Trata-se de uma lista de 10 princípios que, se forem cumpridos em todo o lado, podem fazer com que todas as crianças do mundo tenham uma vida digna e feliz.

Então, quando a “Declaração” fez 30 anos, em 1989, a ONU também aprovou a “Convenção sobre os Direitos da Criança”, que é um documento muito completo (e comprido) com um conjunto de leis para protecção dos mais pequenos (tem 54 artigos!).

Esta declaração é tão importante que em 1990 se tornou lei internacional.

Eis os dez princípios da “Declaração dos Direitos da Criança:

Princípio 1º
Toda criança será beneficiada por estes direitos, sem nenhuma discriminação de raça, cor, sexo, língua, religião, país de origem, classe social ou situação económica. Toda e qualquer criança do mundo deve ter seus direitos respeitados!

Princípio 2º
Todas as crianças têm direito a protecção especial e a todas as facilidades e oportunidades para se desenvolver plenamente, com liberdade e dignidade. As leis deverão ter em conta os melhores interesses da criança.

Princípio 3º
Desde o dia em que nasce, toda a criança tem direito a um nome e uma nacionalidade, ou seja, ser cidadão de um país.

Princípio 4º
As crianças têm direito a crescer e criar-se com saúde. Para isso, as futuras mães também têm direito a cuidados especiais, para que seus filhos possam nascer saudáveis. Todas as crianças têm também direito a alimentação, habitação, recreação e assistência médica.

Princípio 5º
Crianças com deficiência física ou mental devem receber educação e cuidados especiais exigidos pela sua condição particular. Porque elas merecem respeito como qualquer criança.

Princípio 6º
Toda a criança deve crescer num ambiente de amor, segurança e compreensão. As crianças devem ser criadas sob o cuidado dos pais, e as mais pequenas jamais deverão separar-se da mãe, a menos que seja necessário (para bem da criança). O Governo e a sociedade têm a obrigação de fornecer cuidados especiais para as crianças que não têm família nem dinheiro para viver decentemente.

Princípio 7º
Toda a criança tem direito a receber educação primária gratuita, e também de qualidade, para que possa ter oportunidades iguais para desenvolver as suas habilidades. E como brincar também é uma boa maneira de aprender, as crianças também têm todo o direito de brincar e de se divertir!

Princípio 8º
Seja numa emergência ou acidente, ou em qualquer outro caso, a criança deverá ser a primeira a receber protecção e socorro dos adultos.

Princípio 9º
Nenhuma criança deverá sofrer por negligência (maus cuidados ou falta deles) dos responsáveis ou do Governo, nem por crueldade e exploração. Não será nunca objecto de tráfico (tirada dos pais e vendida e comprada por outras pessoas). Nenhuma criança deverá trabalhar antes da idade mínima, nem deverá ser obrigada a fazer actividades que prejudiquem a sua saúde, educação e desenvolvimento.

Princípio 10º
A criança deverá ser protegida contra qualquer tipo de preconceito, seja de raça, religião ou posição social. Toda criança deverá crescer num ambiente de compreensão, tolerância e amizade, de paz e de fraternidade universal.

Crianças
Ser criança é a melhor etapa da vida
Pode-se brincar e acreditar em todos os contos de fadas.
Pode-se voar até às nuvens
e mergulhar num mar de rosas.

Corremos e damos saltos de alegria
afinal, as feridas são bons sinais.
Metemo-nos em aventuras
e chateamos os pais.

Saboreamos um doce como se fosse um prémio
se fosse assim, eu seria a pessoa com mais prémios no planeta!
Em sonhos, somos princesas
e colorimos os papéis com as cores de uma paleta.

O algodão doce é a minha nuvem
fofinha, cor-de-rosa, de mais cores
Assim, sempre que comerem algodão doce,
podem lembrar-se de mim!

A minha estrela? Também tenho!
é a minha querida mãe
que me ajuda em todos os momentos
e que escreve muito bem!

Ser criança é assim,
é estar na Primavera da vida

Foto de Leonor Correia

(…) Mas por que desaparece tanta gente, todos os dias, em redor de nós, sem que possamos admitir que esses desaparecimentos sejam de origem lírica?

Ouço pelo rádio as famílias, os amigos, os conhecidos que indagam, inquietos, que reclamam, descrevem, dão sinais, indicam pistas. Há desaparecidos de todas as idades e cores, e ambos os sexos, das mais variadas condições sociais: quem tiver notícias de seu paradeiro é favor informar às pessoas aflitas que os procuram.

Mas quem vai saber o paradeiro da mocinha de blusa cor-de-rosa e saia amarela que, assim colorida, bateu asas sem se despedir dos parentes? Quem viu o menino de blusão verde e sapatos novos que saiu de casa pela tardinha e lá se foi andando – e irá andando enquanto tiver boas solas nos sapatos – por muito que os pais inconsoláveis o estejam chorando e os vizinhos não possam entender tamanha ingratidão? Que foi feito da velhinha, um pouco desmemoriada, que saiu para a missa e depois entrou por um caminho desconhecido, com seu vestido cinzento, sua bolsinha de verniz e duas travessas no cabelo?

Há os desaparecidos recentes: de ontem, da semana passada, de há um mês ou dois. Assim mesmo recentes não se encontram vestígios seus em parte alguma. Foram raptados? Ficaram debaixo do trem? Subiram para algum disco voador? Afogaram-se? Partiram para o secreto paraíso onde não querem ser importunados? Embarcaram para Citera? Quem sabe o que lhes aconteceu?

Mais comoventes, porém, é a busca de desaparecidos antigos: “procura-se uma conhecida que há três anos não se encontra…” Para onde foi a jovem Marília que há cinqüenta anos disse que ia trabalhar no Rio de Janeiro?… Que é feito do rapaz moreno, com um sinal no queixo, que usava um cordãozinho de outro com a imagem de São Jorge?

Todas essas pessoas e muitas outras estão sendo procuradas, pacientemente, com anúncios pelos jornais e nas emissoras. Uma incansável busca. Gente de todos os Estados do Brasil, gente com vários compromissos: eram noivos, eram chefes de família, eram donas-de-casa.. Gente miúda, que não se esperava desse capaz de meter-se em aventuras: meninotas e rapazinhos em idade escolar; mocinhas que pareciam tímidas e assustadas, moços ainda sem emprego…

(…) Mas os afetos vigilantes continuam, inconformados, a recordar os ausentes – todos os dias novos, todos os dias mais numerosos – e, por humildes lugares, famílias tristes cultivam longos canteiros de saudades.

(Trechos da crônica – GENTE DESAPARECIDA)
Cecília Meireles. Escolha o Seu Sonho – Editora Record, p.43-45

Você sabia que o Brasil registra mais ou menos 40 mil desaparecimentos de crianças e adolescentes por ano?

Você sabia que aqui não existe uma rede ou cadastro nacional para registrar informações dos desaparecidos?

Você sabia que não há comunicação entre a polícia militar, civis e federal, em relação ao desaparecimento de uma criança?

Precisamos criar no Brasil o ALERTA AMBER.

Acesse o vídeo abaixo para saber o que é o ALERTA AMBER:

http://www.youtube.com/watch?v=6GAQfP3W020

OBJETIVOS

Refletir nos diferentes olhares sobre o fenómeno das Crianças Desaparecidas e/ou Exploradas Sexualmente;

Apresentar o Diretório Nacional das ONG que intervêm na problemática das Crianças Desaparecidas e/ou Exploradas Sexualmente;

Refletir sobre a dimensão do fenomeno das Crianças Desaparecidas e/ou Exploradas Sexualmente;

Promover a articulação entre as ONG, as Autoridades Judiciais e as Forças Policiais;

Concentrar esforços e sensibilizar as Organizações Públicas e Particulares para a problemática das Crianças Desaparecidas e/ou Exploradas Sexualmente;

Incentivar a promoção de iniciativas para combater o Desaparecimento e/ou Exploração Sexual de Crianças.

Tire suas dúvidas sobre o momento certo de reforçar a alimentação do seu filho.

Papinha

Seu filho está crescendo e você não sabe se já pode reforçar sua alimentação? Qual é o momento certo de dar a primeira papinha? Quais alimentos são recomendáveis para os bebês? A pediatra Thelma Oliveira, autora do livro “Pediatria Radical”, dá as respostas:

A partir de quando posso dar papinha para o meu filho?

A Organização Mundial de Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, insistentemente, que o bebê seja alimentado apenas com leite materno até os 6 meses. O leite é o principal alimento para as crianças nos 2 primeiros anos de vida.

O acréscimo de outros alimentos é complementar ao leite, seja ele materno ou não. Para as crianças que são amamentadas, isso deve acontecer apenas a partir dos 6 meses.

E se meu filho não aceitar a papinha?

Não há pressa. A aflição para que a criança aceite de início outros sabores e texturas pode gerar ansiedade. O bebê é quem determina seu próprio ritmo, com ajuda da mãe. Imperceptivelmente, ele passará a comer sozinho, pegando o alimento com as mãos, até ser capaz de manejar a colher.

Com que tipo de alimento posso começar?

O primeiro alimento recomendável é a batata-doce assada com a casca, no forno. Tira-se a polpa já fria e oferece-se ao bebê. Pelo sabor adocicado, ele aceitará com gosto.

Progressivamente, inicia-se uma fruta como banana ou maçã raspada, por exemplo. Com o tempo, a mãe sente quando pode incrementar a papinha com outros vegetais, entre os quais se sobressai a abóbora, altamente nutritiva.

Preciso montar uma dieta balanceada para o bebê?

Sim, o balanceamento da dieta é necessário desde o início, usando temperos habituais, azeite de oliva e pouco sal. Nos intervalos, não é necessário oferecer guloseimas, que poderão tirar o apetite da criança para os alimentos básicos.

Farinhas e cereais devem ser usados com cuidado, ou seja, a luta contra as calorias excessivas começa cedo.

O que devo preferir na hora de montar o cardápio?

Frutas, frutas, frutas. Elas são nutritivas, apetitosas e contêm mais sais minerais e vitaminas do que qualquer legume. Indico a banana, o mamão, a maçã, a perae o abacate, que é rico em gorduras insaturadas.

Quando se inicia a oferta, as frutas são amassadas. Depois, a criança pode pegar os pedaços com a mãozinha (o que ajuda no seu treinamento da coordenação mão-boca-cérebro) até que consiga usar a colher.

Se a família come carne, a mãe pode usar o caldo ou a carne moída na papinha, juntamente com caldo de feijão e uma gema de ovo cozida 3 vezes por semana. Se não come, pode-se acrescentar arroz integral, quinua, feijão ou outros cereais equivalentes.

Fonte: IG

Segunda Blogagem Coletiva – “Em Defesa Da Infância” 2009

Não à erotização infantil

O Blog Diga Não À Erotização Infantil convida todos os blogs e sites amigos da criança a participarem da segunda blogagem coletiva “Em Defesa da Infância”, dias 18 e 25 de maio de 2009.

Dia 18 de maio é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Foi instituído pela Lei 9.970. A idéia surgiu em 1998 quando cerca de 80 entidades públicas e privadas, reuniram-se na Bahia para o 1º Encontro do Ecpat no Brasil. Organizado pelo CEDECA/BA, representante oficial da organização internacional que luta pelo fim da exploração sexual e comercial de crianças, pornografia e tráfico para fins sexuais, surgida na Tailândia, o evento reuniu entidades de todo o país. Foi nesse encontro que surgiu a idéia de criação de um Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil.

Foi escolhido o 18 de maio em homenagem à menina Araceli. Seqüestrada em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Sanches, então com oito anos, foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, desde o momento em que Araceli entrou no carro dos assassinos até o aparecimento de seu corpo, desfigurado pelo ácido, em uma movimentada rua da cidade de Vitória. Poucos, entretanto, foram capazes de denunciar o acontecido. O silêncio da sociedade capixaba acabaria por decretar a impunidade dos criminosos.

Dia 25 de maio é o Dia Internacional Das Crianças Desaparecidas. A data refere-se ao dia do rapto do menino americano Etan Patz, em 1979. Etan tinha seis anos e jamais foi encontrado. Em 1983, os EUA reconheceram a data. Na Europa a data foi introduzida pela ONG Child Focus, após o caso Marc Dutroux, belga que raptou, estuprou e matou seis meninas. No Brasil o símbolo maior da luta pelas crianças desaparecidas é Arlete Caramês, mãe de Gulherme, desaparecido desde 17 de junho de 1991.

COMO PARTICIPAR DA BLOGAGEM COLETIVA E DE NOSSO MOVIMENTO

No dia 18 de maio próximo poste em seu blog textos sobre exploração sexual, abuso sexual, pedofilia e perigos na internet para crianças. Não teremos um texto padrão. Você pode pesquisar em nosso blog ou sites de notícias e escolher o texto que mais lhe agradar para postar em seu site. O importante é repassar as informações, alertar, protestar! Informar às pessoas de como elas podem reconhecer que uma criança está sendo abusada, como e onde denunciar, alertar pais e crianças sobre os perigos da Internet, exigir o fim da impunidade e que todo crime contra crianças seja considerado hediondo.

No dia 25 de maio, pedimos ajuda mais uma vez para divulgação de nosso Movimento Pela Criação do Alerta Amber no Brasil. O Alerta Amber é um alerta nacional de crianças desaparecidas dos EUA. Queremos que um alerta semelhante seja implementado em nosso país. Em cerca de 75% dos raptos, a criança é morta nas primeiras horas por seus seqüestradores e cerca de 10 a 15% das crianças desaparcidas podem jamais ser encontradas. A criação de um cadastro e alerta efetivo de crianças raptadas poderia mudar esse contexto, salvando vidas, quando a notícia do desaparecimento da criança fosse alardeada rapidamente, principalmente pelos meios de comunicação. Recentemente, o Deputado Alfredo Kaefer apresentou, na Câmara dos Deputados, projeto de lei para criação do alerta nacional. Queremos pressionar para que seja rapidamente aprovado e efetivado. Leia aqui mais sobre nosso Movimento e ajude a divulgá-lo.

Para a semana de 25 de maio, convidamos a uma blogagem coletiva a respeito do drama das crianças desaparecidas e raptadas que também pode ser pesquisando em nosso blog clicando AQUI. Quem quiser também poderá divulgar a imagem de nosso Movimento ou nosso vídeo de divulgação, em seus blogs ou através do orkut.

Aos blogs que vão participar da Blogagem Coletiva, que por favor deixem abaixo comentário com endereço de seu site.

Muito obrigada à solidariedade de todos que ajudarem esse Movimento.

“A criança é o princípio sem fim. O fim da criança é o princípio do fim. Quando uma sociedade deixa matar as crianças é porque começou seu suicídio como sociedade. Quando não as ama é porque deixou de se reconhecer como humanidade.

Afinal, a criança é o que fui em mim e em meus filhos enquanto eu e humanidade. Ela, como princípio, é a promessa de tudo. É minha obra livre de mim.

Se não vejo na criança, uma criança, é porque alguém a violentou antes, e o que vejo é o que sobrou de tudo que lhe foi tirado. Diante dela, o mundo deveria parar para começar um novo encontro, porque a criança é o princípio sem fim e seu fim é o fim de todos nós.”

Herbert de Sousa (BETINHO) -Sociólogo


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